15 de fev. de 2008

Loira Ruiva

A Loira Ruiva!!!


Louise, mauesense manaura com sangue alemão e comportamento caboclo... nascida e criada na floresta encantada porém interessada no conhecimento do mundo inteiro... vive em Curitiba e acha uma cidade assaz aprazível, felicidade sempre foi sua companheira, mas ultimamente resolveu morar de vez em sua vida...
É pequena, mulherão, alegre e desbravadora de coisas novas...

Pq cada pessoa é unica...

14 de fev. de 2008

futuro...

Eu sei o que quero ser. Eu sei o camino que devo tomar para transformar-me no que quero ser. Sei também que não será fácil ou rápido, mas sei que rumo devo tomar...

Diante da vastidão do mundo sinto-me pequena no entanto extremamente competente!

...

E tudo o quem vem à minha cabeça é música...

20 de jan. de 2008

tristes confusoes de um sábado insone

É estranho você nao se sentir parte de nada. Por todos os lugares em que você caminha absorve aquela terra, nem que seja uma imagem bonita para se lembrar em dias tristes... mas é estranho conhecer tao bem certos pedaços de terra e no entanto nao se sentir a vontade.

O pior é quando você sente isso vindo de amigos, daqueles bem antigos que costumavam saber sobre toda a sua vida, parentes, irmaos... você é estranho pro mundo e fica se perguntando se um dia terá a sua casa de verdade... cansada de situaçoes esdrúxulas, pessoas idiotas e small talks.

O meu lar está longe, e dormir longe de seu coracao me aperta o peito... queria tanto ser crescida...

Palavras soltas que nao querem dizer muita coisa para um simples passante... talvez, um dia eu me entenda...

Tem, mas acabou!

Saudade

Por que no dia em que eu nao te vejo prefiro que nao tenha dia...


Pedaço de Mim
Chico Buarque

Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar

Oh, pedaço de mim
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais

Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu

Oh, pedaço de mim
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que já perdi

Oh, pedaço de mim
Oh, metade adorada de mim
Lava os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus

11 de dez. de 2007

Manaus

Preparando-me para visitar minha casa, ver todo mundo que ficou tanto tempo longe, dar abraço nos amigos e sentir quem realmente o é, mimar meus sobrinhos, comer pão com tucumã, dormir com ar condicionado e ir pro Porão.
Visitar minha casa? Seria esse o termo correto? Onde é minha casa afinal? Se fosse para definir não definiria como sendo em Manaus, não, não é nada pessoal, mas o calor daquela cidade me deixa de mau humor. Tampouco seria Curitiba, cidade gostosa de se viver, sinto-me confortável mas não com se tivesse em casa.
Ah, gostaria de morar numa cidade com mar, um mar verde com ondas e que fizesse frio em determinadas épocas do ano e que eu sempre recebesse visitas de quem eu amo - esta seria a parte mais importante.
O fato é que visitar Manaus alegra-me mas seria mais divertido se Manaus pudesse vir me visitar.

3 de dez. de 2007

Home, sweet home!

Quando percebo que estou tão longe de tudo que chamei de lar, quando a saudade aperta, grita e dói e eu deixo meu pensamento ir embora para lugares distantes, desconhecidos e nem sempre tão bons... suspiro. Cama grande demais para eu dormir sozinha... a algazarra que os adolescentes fazem na rua me lembram que estou loge do conhecido... suspiro.

Quando a cama retorna ao seu tamanho normal e eu escuto no peito cansado o coração batendo fortemente, os braços me enlaçando e chamando para perto, como se fosse possível dois corpos ocuparem o mesmo lugar... suspiro. Estou em casa!